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Amazonas
-
62
Municípios - Capital - Manaus
Página Oficial:
www.amazonas.am.gov.br
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O TEATRO AMAZONAS NO CENTRO DE
MANAUS

DIFERENTES DENSIDADES E TEMPERATURAS
CRIAM UMA FRONTEIRA POR QUILÔMETROS
RIO AMAZONAS ABAIXO

O ENCONTRO DO RIO SOLIMÕES COM O RIO
NEGRO, VISTO DO ESPAÇO

GAÚCHOS ENGAJADOS EM DANÇA TÍPICA EM
APUÍ |
O
Amazonas é uma das 27 unidades
federativas do Brasil, sendo a mais
extensa delas, ocupando uma área de
1.570.745 km2, pouco maior que a
Mongólia. Está situado na região
Norte do país e tem como limites a
Venezuela e Roraima a norte, o Pará
a leste, o Mato Grosso a sudeste,
Rondônia a sul, o Acre a sudoeste),
o Peru a oeste e a Colômbia a
nordeste. Sua capital é a cidade de
Manaus e outras localidades
importantes são Cidade Nova, Coari,
Manacapuru, Tefé, Parintins,
Itacoatiara, Tabatinga.
Em 2004 foi colocado como a 11ª
unidade da federação mais rica do
Brasil, superada por São Paulo, Rio
de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande
do Sul, Paraná, Bahia, Santa
Catarina, Pernambuco, Distrito
Federal e Goiás. Sua população
constitui cerca de 2,5% do número de
habitantes do país e a região detém
as maiores taxas de crescimento do
Brasil nos últimos anos. O Amazonas
é um dos poucos estados brasileiros
que não possui litoral, mas possui a
maior bacia hidrográfica e o maior
rio do mundo, a Bacia Amazônica e o
rio Amazonas.
A área média dos 62 municípios do
estado do Amazonas é de 22.400km²,
pouco superior área do estado de
Sergipe. O maior deles é Barcelos,
com 122.476km² e o menor é Iranduba,
com 2.204 km² e não estão às margens
de rios como alguns afirmam, mas,
isto sim, são cortados por grandes
rios amazônicos, em cujas margens
estão as localidades, as
propriedades rurais e as habitações
dos ribeirinhos. No Estado os rios
são as estradas e as enormes
distâncias são medidas em horas ou
em dias de viagem de barco, mas
todos os municípios possuem pistas
para operações de aeronaves, a
maioria é servida por aeroportos e
Manaus e Tabatinga possuem
aeroportos de nível internacional.
Características
Tem ao mesmo tempo as terras mais
altas (pico da Neblina, com 3.014m e
o pico 31 de Março, com 2.992m de
altitude) e a maior extensão de
terras baixas (menos de 100 metros)
do Brasil. Juruá, Purus, Madeira,
Negro, Amazonas, Içá, Solimões,
Uaupés e Japurá são os rios
principais. Veja a lista de rios do
Amazonas.
O Amazonas tem 77% da sua área
florestal intacta, pois sua vocação
econômica foi desviada para outras
atividades a partir da criação da
Zona Franca de Manaus em 1967. Os
governos têm procurado incentivar o
chamado desenvolvimento sustentável,
voltando-se para a preservação do
legado ecológico. Existe um esforço
para manter os projetos
agropecuários dentro dos limites da
preservação ambiental, enquanto que
a valorização do manejo da floresta
como fonte de renda contribuiu para
que o Amazonas enfrentasse o desafio
de reduzir o desmatamento em 21% em
2003, segundo o Instituto Nacional
de Pesquisas Espaciais – INPE.
Aqui encontram-se os dois maiores
arquipélagos fluviais do mundo,
Mariuá, com 700 ilhas, e Anavilhanas,
com quatrocentas ilhas, situados no
Rio Negro e a maior Reserva
Biológica inundada do planeta, a
Reserva de Desenvolvimento
Sustentável de Mamirauá. A vasta
fauna possui felinos, como as onças,
grandes roedores, como as capivaras,
aves, quelônios, répteis e primatas.
O maior desses animais é a anta e
todos constituem fonte de alimento
para as populações rurais. Alguns
encontram-se ameaçados de extinção e
são protegidos por órgãos especiais
dos governos. Das milhares de
espécies de peixes da Amazônia, com
algumas ainda desconhecidas ou sob
estudo, as mais exploradas são:
tambaqui, jaraqui, curimatã, pacu,
tucunaré, pescada, dourado, surubim,
sardinha e pirarucu (bacalhau da
Amazônia).
De um modo geral, os solos
amazonenses são relativamente
pobres. Os solos mais propícios à
utilização agrícola encontram-se em
Humaitá, Apuí, Lábrea e em outros
municípios do Sul do Estado.
Economia
A economia baseia-se na indústria,
no extrativismo, inclusive de
petróleo e gás natural, mineração e
pesca. Com relação ao extrativismo,
grande impulso na vida econômica e
na colonização da região amazônica
foi dado com a exploração do látex,
durante o ciclo da borracha.
Na atualidade, através do calendário
de feiras nacionais e internacionais
da Amazônia, sob a sigla - FIAM - na
Suframa, atrai diferentes
investidores, brasileiros e de
outras nacionalidades, a investir
nos diferentes pólos tecnológicos,
existentes na região e,
principalmente, no Pólo Industrial
de Manaus (PIM), em franco
desenvolvimento, e os estrangeiros
podem conhecer grandes oportunidades
de negócios que o potencial
econômico da Amazônia proporciona e
é capaz de oferecer, como sua
infra-estrutura, mão-de-obra
qualificada e várias outras
vantagens competitivas.
As feiras promovem o potencial
econômico da região, inclusive
produtos industrializados de ponta e
regionais, feitos com base em
matérias-primas locais, assim como
atrativos turísticos, visando o
desenvolvimento sustentável,
estimulando o intercâmbio comercial,
cultural, científico e tecnológico.
Na programação da FIAM na Suframa no
Pólo Industrial de Manaus, com
diferentes pólos industriais do
estado do Amazonas, o maior estado
em extensão territorial da
Federação, onde estão a exposição de
produtos regionais e industriais,
projetos institucionais, seminários
e palestras sobre diversos temas,
especialmente os relacionados a
inovação tecnológica,
biodiversidade, turismo, formação de
capital intelectual e outros,
principalmente ligados ao
desenvolvimento sustentável da
região. |
Clima
No Brasil, país caracteristicamente
tropical, o Amazonas é dominado pelo clima
equatorial, predominante na Amazônia. As
estações do ano apresentam-se bastante
diferenciadas e a amplitude térmica anual é
relativamente alta, variando de 28ºC no
litoral do Pará até 40ºC no oeste
amazonense. As chuvas, em quase toda a
região, distribuem-se com relativa
regularidade pelo ano inteiro mas podem-se
encontrar também características de
tropicalidade no Sul do estado. Os ventos
também afetam as temperaturas. No verão,
sopram os ventos alísios vindos do Sudeste,
que por serem quentes e úmidos, provocam
altas temperaturas, seguidas de fortes
chuvas; no inverno, as frentes frias são
geralmente seguidas de massas de ar vindas
da Linha do Equador e trazem um vento
quente.
Encontro das
águas
A confluência entre o rio Negro, de água
preta, e o rio Solimões, de água barrenta,
resultam em um fenômeno popularmente
conhecido como Encontro das Águas, que é uma
das principais atrações turísticas da cidade
de Manaus.
Há dezenas de
agências de turismo que oferecem passeios
regionais, em roteiros que costumam incluir
uma volta pelos igarapés da região. Se o
passeio for feito em um barco pequeno, o
visitante pode pôr a mão na água, durante as
travessias, e sentir que, além de cores, os
rios têm temperaturas diferentes.
Em Manaus, em
frente ao Encontro das Águas, está em
construção uma estrutura turística projetada
por Oscar Niemeyer, que contém mirantes
destinados à contemplação desse magnífico
fenômeno natural.
Vegetação
Sobressaem matas de terra firme, várzea e
igapós. Toda essa vegetação faz parte da
extensa e maior floresta tropical úmida do
mundo: A Hiléia Amazônica. Os solos são de
terra firme – do tipo lateríticos: solos
vermelhos das zonas úmidas e quentes, cujos
elementos químicos principais são hidróxido
de alumínio e ferro, propícios à formação de
bauxita e, portanto, pobres para
agricultura. Solos de várzea – são os mais
férteis da região. São solos jovens, que
periodicamente são enriquecidos de material
orgânico e inorgânico, depositados durante a
cheia dos rios. A flora do Estado apresenta
uma grande variedade de vegetais medicinais,
dos quais destacam-se andiroba, copaíba e
aroeira. São inúmeras as frutas regionais e
entre as mais consumidas e comercializadas
estão: guaraná, açaí, cupuaçu,
castanha-do-pará, camu-camu, pupunha,
tucumã, buriti e taperebá.
Demografia
Com mais de 3.332.330 habitantes, de acordo
com projeções para 2006, o Amazonas é o
segundo estado mais populoso da região Norte
do Brasil, porém, sua capital, Manaus, é a
quarta cidade com maior PIB do Brasil, porém
cresce desordenadamente e sem
infra-estrutura, com muitas áreas ocupadas
de forma errada, as chamadas invasões, é a
maior cidade da Região Norte com cerca de
1,7 milhões de habitantes, seguida por Belém
com 1,4 milhões de habitantes, e uma das que
mais recebe migrantes do Brasil, possuindo
um Aeroporto antigo, nos moldes da década de
80, e não muito movimentado, mas segundo em
movimentação de carga do Brasil, atrás de
Campinas, o Aeroporto Internacional Eduardo
Gomes, pelo fato de possuir o Polo
Industrial de Manaus.
Colonizadores
Com o objetivo de catequizar os indígenas,
vários leigos e religiosos jesuítas
espanhóis fundaram várias missões no
território amazonense. Essas missões, cuja
economia tinha como atividade a dependência
do extrativismo e da silvicultura, foram os
locais de origem dos primeiros mestiços da
região. Sofreram posteriormente seguidas
invasões de outros indígenas inconformados
com a invasão ao seu território e de
conquistadores brancos. Brancos,
acompanhados por nativos, aprisionavam
índios rivais para vendê-los como escravos.
A destruição das missões espalhou pelo
território a desmatação. A partir do século
XVIII, o Amazonas passou a ser disputado por
portugueses e espanhóis que habitavam a
bacia do rio Amazonas. Essa luta desencadeou
a disputa pela posse da terra, o que motivou
a formação de grandes latifúndios. A partir
do século XIX, o território começou a
receber migrantes nordestinos que buscavam
melhores condições de vida na maior
província brasileira. Atraídos pelo ciclo da
borracha, os nordestinos se instalaram em
importantes cidades amazonenses, como
Manaus, Tabatinga, Parintins, Itacoatiara e
Barcelos, a primeira capital do Amazonas.
Imigrantes
Portugueses -
Os portugueses e seus descendentes, formam
os principais colonizadores do Amazonas, por
serem o único que não sofre restrições
numéricas de entrada no Brasil. Aos
portugueses, devemos a nossa língua, a
religião, a base de nossa organização
política, a cultura e a base de nossas
instituições jurídicas. Estão presentes em
todo o Amazonas.
Espanhóis
- No estado do Amazonas, além de se
concentrarem na região de Manaus e de
Presidente Figueiredo, descendentes de
espanhóis são encontrados na fronteira com a
Colômbia e a Venezuela, principalmente na
região de Tabatinga.
Árabes e judeus
- Um dos maiores grupos de brancos asiáticos
encontrados no Brasil pertence aos povos
semitas da Ásia Menor. São os judeus, os
árabes, os sírios e os libaneses que,
espalhados pelas grandes cidades, dedicam-se
tradicionalmente ao comércio. Cerca de 280
mil pessoas possuem origens árabes ou
judaicas no Estado. Lembrando que a
população com ascendência de judeus em sua
grande maioria não professa a religião
judaica e provém de países como Espanha,
Portugal, Marrocos, Argélia e França,
principalmente. A grande maioria dos povos
árabes no Amazonas são descendentes de
marroquinos, libaneses, sírios e
jordanianos.
Japoneses
- Os japoneses começaram a se instalar no
Brasil a partir de 1908, acentuando o fluxo
a partir de 1920 e depois da Segunda Guerra
Mundial. A maioria dos imigrantes japoneses
vivem em São Paulo e Paraná, mas uma
significativa comunidade vive no Amazonas e
no Pará. No Amazonas compõem grupos de cerca
de 160 mil pessoas, incluindo mestiços de
japoneses com outras etnias.
Chineses - Os
chineses, em menor número, concentraram-se
mais nas cidades e têm vindo principalmente
de Taiwan. Atualmente é difícil encontrar
chineses "puros" no Amazonas. A maioria
deles já miscigenou-se com brancos, negros e
indígenas e tornaram-se mestiços
brasileiros.
Indígenas -
Segundo dados apresentados pela Funai o
Amazonas possui cerca de 83.066 indígenas,
divididos em 65 etnias, que correspondem a
apenas 1,6% da população total do estado. O
município amazonense que possui o maior
número de indígenas é São Gabriel da
Cachoeira, onde existem 23 mil índios, e é
onde encontramos o segundo idioma mais
falado no Brasil, o idioma dos Tucanos.
Africanos - O
único grupo negro existente no Amazonas é o
Orgulho Negro.
Mestiços e caboclos
- No estado do Amazonas, os mestiços são
numerosos, sendo que 61% da população é
constituída por eles. O mais característico
é o caboclo. Inicialmente nascido da
mestiçagem entre indígenas e europeus, a
partir do séc. XIX, também miscigenou-se com
nordestinos. Os imigrantes sulistas,
predominantemente brancos, que chegaram ao
estado no final do século XX, têm sido
também mestiçados com a população cabocla. O
Dia do Mestiço é data oficial do estado.
Migrantes nordestinos
- Os nordestinos têm sido desde o século XIX
o mais numeroso grupo de imigrantes
nacionais para o Amazonas. Foram decisivos
na economia (borracha, juta, comércio) e na
constituição da identidade amazonense,
mestiçando-se com a população local, além de
fundamentais na participação do Amazonas na
conquista do Acre. O boi bumbá e o Teatro
Amazonas (mandado construir pelo governador
Eduardo Ribeiro, cafuzo natural do Maranhão)
são apenas duas marcas da atuação nordestina
no estado. Aculturando-se com o modo de vida
caboclo, o imigrante nordestino preservou a
floresta e deu origem ao "caboclo do centrão",
população cabocla distinta espacialmente dos
caboclos ribeirinhos, mas igualmente
cabocla.
Migrantes do Sul do
Brasil - Os sulistas estabeleceram-se
principalmente em Manaus e na região Sul do
estado. Os gaúchos no Amazonas correspondem
a 9,4% da população, a maioria deles vive no
Sul do Amazonas e na capital, onde começaram
a criação de gado, e até fundaram uma cidade
chamada Apuí, onde 94% da população da
cidade é composta de gaúchos e paranaenses.
A ocupação do Amazonas por sulistas foi tão
grande, que hoje existem vilas, distritos e
cidades espalhadas pelo estado com grande
número de sulistas. Devemos ver que a
ocupação sulista foi tão importante no
Amazonas, Mato Grosso e Rondônia, que poderá
ser criado o "Dia do Sulista no Amazonas",
em homenagem aos grandes migrantes vindos do
Sul que em menos de um século já representam
cerca de 29% da população do Amazonas.
Amazonenses
ilustres
Cláudio Santoro
- maestro e compositor,
Arnaldo Rebello
- compositor e pianista,
Lindalva Cruz -
pianista, Thiago de
Mello - poeta,
Milton Hatoum - escritor,
Márcio Souza -
escritor e romancista,
Djalma Limongi Batista - cineasta,
Francisco Xavier de
Albuquerque - Ex-ministro e
presidente do STF,
Malvino Salvador - ator,
Antônio Calmon
- autor de telenovelas e minisséries,
Antônio Pizzonia
- piloto da Fórmula GP 2,
Marcelo Mourão Gomes
- solista do 'American Ballet Theatre',
Daniel Pellizzari
- escritor e tradutor literário,
Vinícius Cantuária
- cantor e compositor,
Terezinha Morango
- Miss Brasil 1957, 2º lugar no Miss
Universo, Samuel
Benchimol - conhecido estudioso sobre
a Amazônia, Cosme
Allves Netto - o 'Embaixador do
Cinema Brasileiro',
David Assayag - famoso levantador de
toadas do Boi Garantido,
Cléo Pinheiro -
jornalista da Rede Amazônica
Mesorregiões,
microrregiões e municípios
De acodo com o IBGE, o Amazonas divide-se em
62 municípios, 92 distritos, quatro
mesorregiões e treze microrregiões.
Cidades
Alvarães
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000124
Amaturá
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000125
Anamã
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000126
Anori
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000127
Apui
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000128
Atalaia do Norte
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000129
Autazes
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000130
Barcelos
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000131
Barreirinha
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000132
Beijamin Constand
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000133
Boa Vista do
Ramos
Página Oficial:
http://www.boavistadoramos.am.gov.br
Boca do Acre
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000136
Boca
do Acre é um município brasileiro do Estado
do Amazonas. A origem do nome vem do fato de
que a cidade se localiza na embocadura do
rio Acre sobre o rio Purus.
A cidade de BOCA DO ACRE nasceu na
confluência dos rios Acre e Purus. Em 3 de
fevereiro de 1878 aportou na região o navio
Anajás, de propriedade da Companhia de
Navegação do Rio Amazonas, sob o comando do
piloto Carepa, sendo o chefe da expedição o
Comendador João Gabriel de Carvalho e Melo,
vindo com o mesmo 56 cearenses, 1
amazonense, 1 paraense, 1 piauiense e 1
português. O Comendador João Gabriel de
Carvalho e Melo, cearense que já havia
adquirido fortuna na exploração da borracha,
nos seringais do Baixo Purus, veio explorar
as terras onde está situado hoje o município
de Boca do Acre, até então desconhecidas. O
Comendador João Gabriel de Carvalho e Melo e
seus companheiros, localizaram-se em
diversos pontos do território que hoje
constitui o município. No local onde se acha
situada a cidade, localizou-se Alexandre de
Oliveira Lima, cognominado o Barão de Boca
do Acre, o qual explorou grande área de
terras. Na localidade de Vila de Floriano
Peixoto (ex-Antimari), onde foi
primitivamente a sede do município,
localizaram-se Antônio Escolástico de
Carvalho e Firmino Alves dos Santos. A
região era então habitada pelos índios
Apurinãs, Jamamadis, catukinas, Jumas,
Palmaris, Mamoais.
Em 22.10.1890, pelo Decreto Estadual nº 67,
são criados município e comarca, com a
denominação de Antimari. Em 10.04.1891, pela
Lei nº 95, foi criada a comarca do
município. Em 28.01.1895 pela Lei Estadual
nº 110, são extintos o município e a
comarca. Em 15.05.1897, pela Lei Estadual nº
166, ambos são restabelecidos, mas com nova
denominação: Floriano Peixoto,
verificando-se a sua reinstalação a 1º de
agosto do mesmo ano. Em 18.09.1902, pela Lei
Municipal nº 8, é criado o distrito de Boca
do Acre. Em 05.11.1921, pela Lei Estadual nº
1.126, é suprimida novamente a Comarca de
Floriano Peixoto. Em 04.01.1926, pela Lei
Estadual nº 1.233, é restaurada Comarca de
Floriano Peixoto. Em 02.05.1934, pelo Ato nº
3.462, a sede do município é transferida
para o distrito Boca do Acre, que recebeu a
categoria de vila Em 31.03.1938, pelo
Decreto-Lei Estadual nº 68, o município de
Floriano Peixoto passa a denominar-se Santa
Maria da Boca do Acre. Em virtude do
Decreto-Lei nº 176, de 1º de Dezembro do
mesmo ano, que fixou o quadro territorial do
Estado em 1943, o município e o Distrito de
Santa Maria da BOCA DO ACRE passaram a
denominar-se simplesmente Boca do Acre.
Localizado em terras baixas, as
circunstâncias naturais obrigaram o então
governador do Estado Cel. Valter de Andrade,
à transferir a sede do município para o
Platô do Piquiá, com alusão a uma nova
cidade, que se chamaria de Valterlândia em
homenagem a seu fundador.
Na década de 70, o município atravessou uma
fase de grandes transformações: populacional
e econômica. A corrida por novas terras,
poderia ser para os que viam só sul, sudeste
e centro-oeste, um novo eldorado. O Banco do
Brasil se instalou no município, oferecendo
a realização dos sonhos da produção. A
exploração da castanha e da borracha, em
decadência, mas ainda viva, se misturava ao
embalo financeiro, trazido pelos
investimentos dos novos habitantes.
A vegetação dominante é classificada domo
floresta tropical densa.
A rede hidrográfica do Município, pertence a
bacia do rio Purus, que tem por afluentes
principais os rios: Inauini e Pauini e
vários igarapés todos a margem esquerda.
Dentre os igarapés podemos descacar o Capana,
São Francisco, Igarapé Preto, São Domingos e
Igarapé Grande.
Borba
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000137
Caapiranga
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000138
Canutama
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000139
Carauari
Página Oficial:
http://www.caruari.am.gov.br
Careiro
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000141
Careiro da Várzea
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000142
Coari
Página Oficial:
http://www.coari.am.gov.br
A cidade está localizada no
Rio Solimões entre o Lago de Mamiá e o Lago
de Coari, traz em sua herança e memória a
força dos índios Catuxy, Jurimauas, Passés,
Irijus, Jumas, Purus, Solimões, Uaiupis,
Uamanis e Uaupés. O nome COARI também está
ligado às raízes indígenas e há duas
versões:Em 1759 a aldeia é elevada a lugar
com o nome de Alvelos. Em 2 de dezembro de
1874 foi elevada a vila, em 2 de agosto de
1932 a Vila de COARI é elevada a categoria
de cidade.
Codajás
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000144
Eirunepé
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000145
Envira
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000146
Fonte Boa
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000147
Guajará
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000148
Humaitá
Página Oficial:
http://www.dmknet.com.br
Ipixuna
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000150
Iranduba
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000151
Itacoatiara
Página Oficial:
http://www.itacoatiara.am.gov.br/
Itamarati
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000153
Itapiranga
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000154
Japurá
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000155
Juruá
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000156
Jutaí
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000157
Lábrea
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000158
Manacapuru
Página Oficial:
http://www.manacapuru.am.gov.br
Manaquiri
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000160
Manaus -
VEJA MATÉRIA COMPLETA
CLICANDO AQUI!
Manicoré
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000162
Manicoré é um município
brasileiro do Estado do Amazonas. Sua
população estimada em 2004 era de 38.124
habitantes. Localiza-se a 390km da capital
do estado à margem direita do rio Madeira,
sua população está dividida entre interior e
cidade - sendo que a principal fonte renda
da população provem em parte da produção
agrícola, outra do comércio e dos empregos
gerados pela prefeitura e estado. Em 2005,
MANICORÉ é o município maior produtor de
banana do Amazonas.Agora também é
considerado o maior produtor de Melancia do
Estado do amazonas
Maraã
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000163
Maués
Página Oficial:
http://www.maues.am.gov.br
Nhamundá
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000165
Nova Olinda do Norte
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000166
Novo
Airão
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000167
Novo
Airipuanã
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000168
Parintins
Página Oficial:
http://www.ojornaldailha.com
Parintins é
um município brasileiro do estado do
Amazonas. Características Todos os anos
ocorre o tradicional Festival Folclórico de
Parintins. Sua padroeira é Nossa Senhora do
Carmo. Está localizada à margem direita do
rio Amazonas, na ilha Tupinambarana. A
vegetação, típica da região Amazônica é
formada por florestas de várzea e terra
firme, tendo ao seu redor um relevo composto
por lagos, ilhotes e uma pequena serra.
Parintins foi fundada no século XVIII, ainda
dentro do estado do Grão-Pará (atual estado
do Amazonas). Mas seus primeiros habitantes
foram os índios Maués, Sapupés, e PARINTINS
(daí a origem do nome). Foi no ano de
1796 que a mando do governo português, José
Pedro Cordovil aportou à região,
denominando-a Tupinambara. Já em 1803, é
criada no local uma missão religiosa,
denominada Vila Nova da Rainha. Em 1848 o
local foi elevado à condição de Vila (já
então integrada ao Estado do Amazonas),
chamando-se então Vila nova da Imperatriz. E
finalmente, sendo em 1880 elevada ao status
de cidade, e rebatizada Parintins, como até
hoje é conhecida.
Pauini
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000170
Situada à
margem esquerda do rio Purus, com distância
de 915 kms em linha reta e 2.115 kms por via
fluvial da capital do Estado do Amazonas,
Manaus. Sua encomnomia é baseada na
agricultura de subsistência, em que grande
parte de sua enconomia depende dos repasses
dos Governos Federal e Estadual. Tendo
figurado como o município com um dos maiores
índices de analfabetismo, no censo de 1991,
o Município implantou um arrojado programa
de erradicação e combate ao analfabetismo,
cujos resultados são visíveis, com queda
acentuada nesses indicadores. A festa da
cidade ocorre no período de 19 a 28 de
agosto, em homenagem ao padroeiro Santo
Agostinho, onde o Municipío chega a receber
cerca de quatro mil visitantes. No dia 19 de
março, há a ainda a festa de São José, em
homenagem ao aniversário da cidade, com
diversos eventos esposrtivos e culturais.
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TERRA DAS CACHOEIRAS |
Presidente Figueiredo -
Página Oficial:
http://www.presidentefigueiredo.am.gov.br
Presidente Figueiredo
é um município brasileiro do Estado
do Amazonas. Sua população estimada
em 2004 era de 22.273 habitantes. A
cidade de PRESIDENTE FIGUEIREDO está
ligada à capital Manaus por boa
rodovia asfaltada, a BR-174, que faz
ainda a ligação com Boa Vista ,
capital do Estado de Roraima e, de
lá liga o Brasil à Venezuela através
da cidade fronteiriça de Santa
Helena (Ven.). PRESIDENTE FIGUEIREDO
despontou há pouco tempo para o
turismo ecológico em razão de sua
fartura de águas, selva, recursos
naturais, cavernas e cachoeiras (são
mais de cem catalogadas). Nela
existe uma razoável infraestrutura
turística em expansão.
Embora seja comum a
idéia de que o nome do município é
uma homenagem ao ex-presidente
brasileiro João Baptista de Oliveira
Figueiredo, o nome da cidade
homenageia João Figueiredo,
presidente da província do Amazonas
no tempo do império. Inicialmente a
idéia era homenagear exatamente o
presidente da República, contudo
este não aceitou que o município
recebece seu nome. Daí lembram-se do
ex-presidente do período colonial
imperial, e o nome pôde ser
oficializado.
As origens do município prendem-se
principalmente à Novo Airão e
Itapiranga, dos quais foi
desmembrada a maior parte do
território que hoje constitui
Presidente
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Figueiredo, bem como a Manaus cuja
vizinhança foi fator influente no
desenvolvimento da região. Os
primeiros assentamentos
populacionais nesses pólos datam de
1657, para o local onde hoje é a
cidade de Manaus, e 1668, o local
hoje é a sede de Novo Airão.Foi a
partir desses núcleos que se deu a
consolidação e ampliação do
povoamento do Baixo Rio Negro.
Integrado no município de Manaus,
Novo Airão passa a constituir
distrito de capital em 1938, então
com a denominação simplesmente de
Airão. É em 1955 que se dá o
desmembramento de Manaus,
constituindo-se o município Autônomo
de Novo Airão. Paralelamente, em
1952 foi criado o município de
Itapiranga, contando em sua área com
o atual vila de Balbina. Em 10 de
dezembro de 1981, pela Emenda
Constitucional nº 12, é criado o
município de Presidente Figueiredo,
com territórios desmembrados de Novo
Airão (sua parte no extremo leste,
limítrofe a Manaus) e de Itapiranga
(Vila e arredores de Balbina), bem
como áreas adjacentes de Silves e
Urucará. A instalação do município
efetivou-se com as eleições gerais
de 1982 e conseqüentemente com a
posse do prefeito e vereadores em
janeiro de 1983. |
Rio
Preto da Eva
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000172
Santa
Izabel do R. Negro
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000173
Santo
Antônio do Içá
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000174
São
Gabriel da Cachoeira
Página Oficial:
http://www.saogabrieldacachoeira.am.gov.br/
A língua oficial é o
português e mais três línguas co-oficiais
que foram aprovadas pela lei municipal
145/2002, aprovada no dia 22 de novembro de
2002. Nheengatu, Tukano e Baniwa são as
línguas tradicionais faladas pela maioria
dos habitantes, dos quais 85% são indígenas.
A povoação foi criada em 1668 e em 1833
tornou-se freguesia do município de
Barcelos. Em 1891 foi elevado a município.
Esteve de novo incorporado em Barcelos entre
1930 e 1935. Foi elevada a cidade em 1938.
Designou-se Uaupés entre 1943 e 1952.
São
Paulo de Olivença
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000176
São S.
do Uatumã
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000177
Silves
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000178
Tabatinga
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000179
Tapauá
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000180
Tefé
Página Oficial:
http://www.tefe.am.gov.br/
A região de TEFÉ foi
inicialmente colonizada pela Espanha, no fim
do século XVII, vindo a ser ocupada por
Portugal em 1708. Em 1759 foi criado o
concelho, com a denominação de Ega. A vila
de Ega passou a denominar-se TEFÉ entre 1833
e 1843 e, definitivamente, em 1855, quando
foi elevada a cidade.
Tonantins
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000182
Uarini
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000183
Aspectos Históricos de UARINI
- UARINI tem sua história vinculada à de
Tefé, que remonta à aldeia fundada no fim do
século XVII pelo jesuíta Samuel Fritz. Até
fins do século XVII sucederam-se as disputas
entre espanhóis e portugueses pelo domínio
do território, só se consolidando a ocupação
militar lusitana em 1790. Como município,
Tefé chegou a possuir área de 500.000 Km². A
partir de meados do século XIX, vão-se
sucedendo desmembramentos de seu território,
para dar origem aos novos Municípios de São
Paulo de Olivença, Coari, Fonte Boa, São
Felipe (atual Eirunepé), Xibauá (atual
Carauari) Japurá e Maraã. Em fins de 1981,
Tefé apresentava uma estrutura
administrativa em que estavam previstos
cinco Subdistritos: Tefé, Caiambé, Alvarães,
Jarauá e Uarini. Pelos novos desmembramentos
determinados pela Emenda Constitucional nº
12 de 10.12.1981, o subdistrito de UARINI
passou a constituir município autônomo. Esta
informação esta sendo concluida pela DUDA /
Rei.
Distância • Em linha reta entre UARINI e a
Capital do Estado, 560 Km. • Por via fluvial
entre UARINI e a Capital do Estado, 727
Km.Atividades Econômicas • Setor Primário -
Agricultura: as atividades econômicas mais
produtivas estão voltadas para a
agricultura, com destaque especial para a
cultura da mandioca, da qual se fabrica a
farinha de Uarini. A castanha-do-pará está
em 2º lugar na economia. Possui culturas de
arroz, feijão, juta, malva, milho e
cana-de-açúcar entre as culturas temporárias
e, manga, abacate, banana, laranja e limão
entre as culturas permanente. - Pecuária: em
termos econômicos a pecuária tem papel
insignificante. - Avicultura: praticada em
moldes essencialmente domésticos, voltados
para a subsistência e consumo local, não
gerando renda para as famílias. -
Extrativismo Vegetal: alcança sua maior
expressão no que se refere a exploração dos
seringais nativos, castanha-do-pará e
madeira.
Outras Atividades - EDUCAÇÃO - Manaus é o
município com a menor taxa de analfabetismo
da população de 15 anos ou mais em 2000:
apenas 6%. Somente 12 municípios têm taxa
melhor que a média do estado (16%). Em 6
municípios, mais de 50% da população é
analfabeta, percentual que atinge 60% em
Itamarati, o segundo pior resultado entre
todos os municípios brasileiros. Manaus é
também o município com a maior taxa de
freqüência à escola: 85%. Os municípios com
piores resultados apresentam taxas abaixo de
50%: Tapauá, 45,7%; Barcelos, 47,6%; Maraã,
48,9%; e Canutama, 49,8%. Todos esses
municípios estão entre os dez piores
resultados encontrados no Brasil nesse
indicador. Em aproximadamente 60% dos
municípios os incrementos no indicador de
freqüência à escola foram mais
significativos que os verificados na taxa de
alfabetização. Em geral, para ambos os
indicadores, os municípios que se destacam
com incrementos muito acima da média
apresentavam em 1991 níveis muito baixos.
Finalmente, vale ressaltar que,
contrariando a tendência geral no
País, no Amazonas encontram-se
municípios que apresentam queda
tanto na taxa de alfabetização
quanto na de freqüência à escola
entre 1991 e 2000 (Silves e
Barcelos no primeiro indicador e
Urucará, Uarini, Nova Olinda, Anamã,
São Paulo de Olivença e Anori
no segundo). OBS - Dos 5 municípios do
País que tiveram decrescimento no IDHM entre
1991 e 2000, 3 são do Amazonas: Uarini, cujo
IDHM passou de 0,611 para 0,599; Silves, de
0,684 para 0,675; e São Sebastião do Uatumã,
de 0,661 para 0,659. Isso ocorreu, única e
exclusivamente, por causa dos decréscimos
registrados na dimensão renda, que não foram
compensados pelos incrementos positivos
constatados nas dimensões longevidade e
educação`.
Urucará
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000184
Uricurituba
Página Oficial:
http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000185
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Matérias e Fotos extraídas do site
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