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Fotos Divulgação, Portal Tio Sam.

 


Amazonas - 62 Municípios - Capital - Manaus
Página Oficial: www.amazonas.am.gov.br


O TEATRO AMAZONAS NO CENTRO DE MANAUS


DIFERENTES DENSIDADES E TEMPERATURAS CRIAM UMA FRONTEIRA POR QUILÔMETROS RIO AMAZONAS ABAIXO


O ENCONTRO DO RIO SOLIMÕES COM O RIO NEGRO, VISTO DO ESPAÇO


GAÚCHOS ENGAJADOS EM DANÇA TÍPICA EM APUÍ

O Amazonas é uma das 27 unidades federativas do Brasil, sendo a mais extensa delas, ocupando uma área de 1.570.745 km2, pouco maior que a Mongólia. Está situado na região Norte do país e tem como limites a Venezuela e Roraima a norte, o Pará a leste, o Mato Grosso a sudeste, Rondônia a sul, o Acre a sudoeste), o Peru a oeste e a Colômbia a nordeste. Sua capital é a cidade de Manaus e outras localidades importantes são Cidade Nova, Coari, Manacapuru, Tefé, Parintins, Itacoatiara, Tabatinga.
Em 2004 foi colocado como a 11ª unidade da federação mais rica do Brasil, superada por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia, Santa Catarina, Pernambuco, Distrito Federal e Goiás. Sua população constitui cerca de 2,5% do número de habitantes do país e a região detém as maiores taxas de crescimento do Brasil nos últimos anos. O Amazonas é um dos poucos estados brasileiros que não possui litoral, mas possui a maior bacia hidrográfica e o maior rio do mundo, a Bacia Amazônica e o rio Amazonas.
A área média dos 62 municípios do estado do Amazonas é de 22.400km², pouco superior área do estado de Sergipe. O maior deles é Barcelos, com 122.476km² e o menor é Iranduba, com 2.204 km² e não estão às margens de rios como alguns afirmam, mas, isto sim, são cortados por grandes rios amazônicos, em cujas margens estão as localidades, as propriedades rurais e as habitações dos ribeirinhos. No Estado os rios são as estradas e as enormes distâncias são medidas em horas ou em dias de viagem de barco, mas todos os municípios possuem pistas para operações de aeronaves, a maioria é servida por aeroportos e Manaus e Tabatinga possuem aeroportos de nível internacional.

Características
Tem ao mesmo tempo as terras mais altas (pico da Neblina, com 3.014m e o pico 31 de Março, com 2.992m de altitude) e a maior extensão de terras baixas (menos de 100 metros) do Brasil. Juruá, Purus, Madeira, Negro, Amazonas, Içá, Solimões, Uaupés e Japurá são os rios principais. Veja a lista de rios do Amazonas.
O Amazonas tem 77% da sua área florestal intacta, pois sua vocação econômica foi desviada para outras atividades a partir da criação da Zona Franca de Manaus em 1967. Os governos têm procurado incentivar o chamado desenvolvimento sustentável, voltando-se para a preservação do legado ecológico. Existe um esforço para manter os projetos agropecuários dentro dos limites da preservação ambiental, enquanto que a valorização do manejo da floresta como fonte de renda contribuiu para que o Amazonas enfrentasse o desafio de reduzir o desmatamento em 21% em 2003, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE.
Aqui encontram-se os dois maiores arquipélagos fluviais do mundo, Mariuá, com 700 ilhas, e Anavilhanas, com quatrocentas ilhas, situados no Rio Negro e a maior Reserva Biológica inundada do planeta, a Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá. A vasta fauna possui felinos, como as onças, grandes roedores, como as capivaras, aves, quelônios, répteis e primatas. O maior desses animais é a anta e todos constituem fonte de alimento para as populações rurais. Alguns encontram-se ameaçados de extinção e são protegidos por órgãos especiais dos governos. Das milhares de espécies de peixes da Amazônia, com algumas ainda desconhecidas ou sob estudo, as mais exploradas são: tambaqui, jaraqui, curimatã, pacu, tucunaré, pescada, dourado, surubim, sardinha e pirarucu (bacalhau da Amazônia).
De um modo geral, os solos amazonenses são relativamente pobres. Os solos mais propícios à utilização agrícola encontram-se em Humaitá, Apuí, Lábrea e em outros municípios do Sul do Estado.

Economia
A economia baseia-se na indústria, no extrativismo, inclusive de petróleo e gás natural, mineração e pesca. Com relação ao extrativismo, grande impulso na vida econômica e na colonização da região amazônica foi dado com a exploração do látex, durante o ciclo da borracha.
Na atualidade, através do calendário de feiras nacionais e internacionais da Amazônia, sob a sigla - FIAM - na Suframa, atrai diferentes investidores, brasileiros e de outras nacionalidades, a investir nos diferentes pólos tecnológicos, existentes na região e, principalmente, no Pólo Industrial de Manaus (PIM), em franco desenvolvimento, e os estrangeiros podem conhecer grandes oportunidades de negócios que o potencial econômico da Amazônia proporciona e é capaz de oferecer, como sua infra-estrutura, mão-de-obra qualificada e várias outras vantagens competitivas.
As feiras promovem o potencial econômico da região, inclusive produtos industrializados de ponta e regionais, feitos com base em matérias-primas locais, assim como atrativos turísticos, visando o desenvolvimento sustentável, estimulando o intercâmbio comercial, cultural, científico e tecnológico.
Na programação da FIAM na Suframa no Pólo Industrial de Manaus, com diferentes pólos industriais do estado do Amazonas, o maior estado em extensão territorial da Federação, onde estão a exposição de produtos regionais e industriais, projetos institucionais, seminários e palestras sobre diversos temas, especialmente os relacionados a inovação tecnológica, biodiversidade, turismo, formação de capital intelectual e outros, principalmente ligados ao desenvolvimento sustentável da região.

Clima
No Brasil, país caracteristicamente tropical, o Amazonas é dominado pelo clima equatorial, predominante na Amazônia. As estações do ano apresentam-se bastante diferenciadas e a amplitude térmica anual é relativamente alta, variando de 28ºC no litoral do Pará até 40ºC no oeste amazonense. As chuvas, em quase toda a região, distribuem-se com relativa regularidade pelo ano inteiro mas podem-se encontrar também características de tropicalidade no Sul do estado. Os ventos também afetam as temperaturas. No verão, sopram os ventos alísios vindos do Sudeste, que por serem quentes e úmidos, provocam altas temperaturas, seguidas de fortes chuvas; no inverno, as frentes frias são geralmente seguidas de massas de ar vindas da Linha do Equador e trazem um vento quente.

Encontro das águas
A confluência entre o rio Negro, de água preta, e o rio Solimões, de água barrenta, resultam em um fenômeno popularmente conhecido como Encontro das Águas, que é uma das principais atrações turísticas da cidade de Manaus.

Há dezenas de agências de turismo que oferecem passeios regionais, em roteiros que costumam incluir uma volta pelos igarapés da região. Se o passeio for feito em um barco pequeno, o visitante pode pôr a mão na água, durante as travessias, e sentir que, além de cores, os rios têm temperaturas diferentes.

Em Manaus, em frente ao Encontro das Águas, está em construção uma estrutura turística projetada por Oscar Niemeyer, que contém mirantes destinados à contemplação desse magnífico fenômeno natural.

Vegetação
Sobressaem matas de terra firme, várzea e igapós. Toda essa vegetação faz parte da extensa e maior floresta tropical úmida do mundo: A Hiléia Amazônica. Os solos são de terra firme – do tipo lateríticos: solos vermelhos das zonas úmidas e quentes, cujos elementos químicos principais são hidróxido de alumínio e ferro, propícios à formação de bauxita e, portanto, pobres para agricultura. Solos de várzea – são os mais férteis da região. São solos jovens, que periodicamente são enriquecidos de material orgânico e inorgânico, depositados durante a cheia dos rios. A flora do Estado apresenta uma grande variedade de vegetais medicinais, dos quais destacam-se andiroba, copaíba e aroeira. São inúmeras as frutas regionais e entre as mais consumidas e comercializadas estão: guaraná, açaí, cupuaçu, castanha-do-pará, camu-camu, pupunha, tucumã, buriti e taperebá.

Demografia
Com mais de 3.332.330 habitantes, de acordo com projeções para 2006, o Amazonas é o segundo estado mais populoso da região Norte do Brasil, porém, sua capital, Manaus, é a quarta cidade com maior PIB do Brasil, porém cresce desordenadamente e sem infra-estrutura, com muitas áreas ocupadas de forma errada, as chamadas invasões, é a maior cidade da Região Norte com cerca de 1,7 milhões de habitantes, seguida por Belém com 1,4 milhões de habitantes, e uma das que mais recebe migrantes do Brasil, possuindo um Aeroporto antigo, nos moldes da década de 80, e não muito movimentado, mas segundo em movimentação de carga do Brasil, atrás de Campinas, o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, pelo fato de possuir o Polo Industrial de Manaus.

Colonizadores
Com o objetivo de catequizar os indígenas, vários leigos e religiosos jesuítas espanhóis fundaram várias missões no território amazonense. Essas missões, cuja economia tinha como atividade a dependência do extrativismo e da silvicultura, foram os locais de origem dos primeiros mestiços da região. Sofreram posteriormente seguidas invasões de outros indígenas inconformados com a invasão ao seu território e de conquistadores brancos. Brancos, acompanhados por nativos, aprisionavam índios rivais para vendê-los como escravos. A destruição das missões espalhou pelo território a desmatação. A partir do século XVIII, o Amazonas passou a ser disputado por portugueses e espanhóis que habitavam a bacia do rio Amazonas. Essa luta desencadeou a disputa pela posse da terra, o que motivou a formação de grandes latifúndios. A partir do século XIX, o território começou a receber migrantes nordestinos que buscavam melhores condições de vida na maior província brasileira. Atraídos pelo ciclo da borracha, os nordestinos se instalaram em importantes cidades amazonenses, como Manaus, Tabatinga, Parintins, Itacoatiara e Barcelos, a primeira capital do Amazonas.

Imigrantes
Portugueses - Os portugueses e seus descendentes, formam os principais colonizadores do Amazonas, por serem o único que não sofre restrições numéricas de entrada no Brasil. Aos portugueses, devemos a nossa língua, a religião, a base de nossa organização política, a cultura e a base de nossas instituições jurídicas. Estão presentes em todo o Amazonas.
Espanhóis - No estado do Amazonas, além de se concentrarem na região de Manaus e de Presidente Figueiredo, descendentes de espanhóis são encontrados na fronteira com a Colômbia e a Venezuela, principalmente na região de Tabatinga.
Árabes e judeus - Um dos maiores grupos de brancos asiáticos encontrados no Brasil pertence aos povos semitas da Ásia Menor. São os judeus, os árabes, os sírios e os libaneses que, espalhados pelas grandes cidades, dedicam-se tradicionalmente ao comércio. Cerca de 280 mil pessoas possuem origens árabes ou judaicas no Estado. Lembrando que a população com ascendência de judeus em sua grande maioria não professa a religião judaica e provém de países como Espanha, Portugal, Marrocos, Argélia e França, principalmente. A grande maioria dos povos árabes no Amazonas são descendentes de marroquinos, libaneses, sírios e jordanianos.
Japoneses - Os japoneses começaram a se instalar no Brasil a partir de 1908, acentuando o fluxo a partir de 1920 e depois da Segunda Guerra Mundial. A maioria dos imigrantes japoneses vivem em São Paulo e Paraná, mas uma significativa comunidade vive no Amazonas e no Pará. No Amazonas compõem grupos de cerca de 160 mil pessoas, incluindo mestiços de japoneses com outras etnias.
Chineses - Os chineses, em menor número, concentraram-se mais nas cidades e têm vindo principalmente de Taiwan. Atualmente é difícil encontrar chineses "puros" no Amazonas. A maioria deles já miscigenou-se com brancos, negros e indígenas e tornaram-se mestiços brasileiros.
Indígenas - Segundo dados apresentados pela Funai o Amazonas possui cerca de 83.066 indígenas, divididos em 65 etnias, que correspondem a apenas 1,6% da população total do estado. O município amazonense que possui o maior número de indígenas é São Gabriel da Cachoeira, onde existem 23 mil índios, e é onde encontramos o segundo idioma mais falado no Brasil, o idioma dos Tucanos.
Africanos - O único grupo negro existente no Amazonas é o Orgulho Negro.
Mestiços e caboclos - No estado do Amazonas, os mestiços são numerosos, sendo que 61% da população é constituída por eles. O mais característico é o caboclo. Inicialmente nascido da mestiçagem entre indígenas e europeus, a partir do séc. XIX, também miscigenou-se com nordestinos. Os imigrantes sulistas, predominantemente brancos, que chegaram ao estado no final do século XX, têm sido também mestiçados com a população cabocla. O Dia do Mestiço é data oficial do estado.
Migrantes nordestinos - Os nordestinos têm sido desde o século XIX o mais numeroso grupo de imigrantes nacionais para o Amazonas. Foram decisivos na economia (borracha, juta, comércio) e na constituição da identidade amazonense, mestiçando-se com a população local, além de fundamentais na participação do Amazonas na conquista do Acre. O boi bumbá e o Teatro Amazonas (mandado construir pelo governador Eduardo Ribeiro, cafuzo natural do Maranhão) são apenas duas marcas da atuação nordestina no estado. Aculturando-se com o modo de vida caboclo, o imigrante nordestino preservou a floresta e deu origem ao "caboclo do centrão", população cabocla distinta espacialmente dos caboclos ribeirinhos, mas igualmente cabocla.
Migrantes do Sul do Brasil - Os sulistas estabeleceram-se principalmente em Manaus e na região Sul do estado. Os gaúchos no Amazonas correspondem a 9,4% da população, a maioria deles vive no Sul do Amazonas e na capital, onde começaram a criação de gado, e até fundaram uma cidade chamada Apuí, onde 94% da população da cidade é composta de gaúchos e paranaenses. A ocupação do Amazonas por sulistas foi tão grande, que hoje existem vilas, distritos e cidades espalhadas pelo estado com grande número de sulistas. Devemos ver que a ocupação sulista foi tão importante no Amazonas, Mato Grosso e Rondônia, que poderá ser criado o "Dia do Sulista no Amazonas", em homenagem aos grandes migrantes vindos do Sul que em menos de um século já representam cerca de 29% da população do Amazonas.

Amazonenses ilustres
Cláudio Santoro - maestro e compositor, Arnaldo Rebello - compositor e pianista, Lindalva Cruz - pianista, Thiago de Mello - poeta, Milton Hatoum - escritor, Márcio Souza - escritor e romancista, Djalma Limongi Batista - cineasta, Francisco Xavier de Albuquerque - Ex-ministro e presidente do STF, Malvino Salvador - ator, Antônio Calmon - autor de telenovelas e minisséries, Antônio Pizzonia - piloto da Fórmula GP 2, Marcelo Mourão Gomes - solista do 'American Ballet Theatre', Daniel Pellizzari - escritor e tradutor literário, Vinícius Cantuária - cantor e compositor, Terezinha Morango - Miss Brasil 1957, 2º lugar no Miss Universo, Samuel Benchimol - conhecido estudioso sobre a Amazônia, Cosme Allves Netto - o 'Embaixador do Cinema Brasileiro', David Assayag - famoso levantador de toadas do Boi Garantido, Cléo Pinheiro - jornalista da Rede Amazônica

Mesorregiões, microrregiões e municípios
De acodo com o IBGE, o Amazonas divide-se em 62 municípios, 92 distritos, quatro mesorregiões e treze microrregiões.

Cidades
Alvarães

Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000124

Amaturá
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000125

Anamã
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000126

Anori
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000127

Apui
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000128

Atalaia do Norte
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000129

Autazes
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000130

Barcelos
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000131

Barreirinha
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000132

Beijamin Constand
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000133

Boa Vista do Ramos
Página Oficial: http://www.boavistadoramos.am.gov.br

Boca do Acre
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000136
Boca do Acre é um município brasileiro do Estado do Amazonas. A origem do nome vem do fato de que a cidade se localiza na embocadura do rio Acre sobre o rio Purus.
A cidade de BOCA DO ACRE nasceu na confluência dos rios Acre e Purus. Em 3 de fevereiro de 1878 aportou na região o navio Anajás, de propriedade da Companhia de Navegação do Rio Amazonas, sob o comando do piloto Carepa, sendo o chefe da expedição o Comendador João Gabriel de Carvalho e Melo, vindo com o mesmo 56 cearenses, 1 amazonense, 1 paraense, 1 piauiense e 1 português. O Comendador João Gabriel de Carvalho e Melo, cearense que já havia adquirido fortuna na exploração da borracha, nos seringais do Baixo Purus, veio explorar as terras onde está situado hoje o município de Boca do Acre, até então desconhecidas. O Comendador João Gabriel de Carvalho e Melo e seus companheiros, localizaram-se em diversos pontos do território que hoje constitui o município. No local onde se acha situada a cidade, localizou-se Alexandre de Oliveira Lima, cognominado o Barão de Boca do Acre, o qual explorou grande área de terras. Na localidade de Vila de Floriano Peixoto (ex-Antimari), onde foi primitivamente a sede do município, localizaram-se Antônio Escolástico de Carvalho e Firmino Alves dos Santos. A região era então habitada pelos índios Apurinãs, Jamamadis, catukinas, Jumas, Palmaris, Mamoais.
Em 22.10.1890, pelo Decreto Estadual nº 67, são criados município e comarca, com a denominação de Antimari. Em 10.04.1891, pela Lei nº 95, foi criada a comarca do município. Em 28.01.1895 pela Lei Estadual nº 110, são extintos o município e a comarca. Em 15.05.1897, pela Lei Estadual nº 166, ambos são restabelecidos, mas com nova denominação: Floriano Peixoto, verificando-se a sua reinstalação a 1º de agosto do mesmo ano. Em 18.09.1902, pela Lei Municipal nº 8, é criado o distrito de Boca do Acre. Em 05.11.1921, pela Lei Estadual nº 1.126, é suprimida novamente a Comarca de Floriano Peixoto. Em 04.01.1926, pela Lei Estadual nº 1.233, é restaurada Comarca de Floriano Peixoto. Em 02.05.1934, pelo Ato nº 3.462, a sede do município é transferida para o distrito Boca do Acre, que recebeu a categoria de vila Em 31.03.1938, pelo Decreto-Lei Estadual nº 68, o município de Floriano Peixoto passa a denominar-se Santa Maria da Boca do Acre. Em virtude do Decreto-Lei nº 176, de 1º de Dezembro do mesmo ano, que fixou o quadro territorial do Estado em 1943, o município e o Distrito de Santa Maria da BOCA DO ACRE passaram a denominar-se simplesmente Boca do Acre.
Localizado em terras baixas, as circunstâncias naturais obrigaram o então governador do Estado Cel. Valter de Andrade, à transferir a sede do município para o Platô do Piquiá, com alusão a uma nova cidade, que se chamaria de Valterlândia em homenagem a seu fundador.
Na década de 70, o município atravessou uma fase de grandes transformações: populacional e econômica. A corrida por novas terras, poderia ser para os que viam só sul, sudeste e centro-oeste, um novo eldorado. O Banco do Brasil se instalou no município, oferecendo a realização dos sonhos da produção. A exploração da castanha e da borracha, em decadência, mas ainda viva, se misturava ao embalo financeiro, trazido pelos investimentos dos novos habitantes.
A vegetação dominante é classificada domo floresta tropical densa.
A rede hidrográfica do Município, pertence a bacia do rio Purus, que tem por afluentes principais os rios: Inauini e Pauini e vários igarapés todos a margem esquerda. Dentre os igarapés podemos descacar o Capana, São Francisco, Igarapé Preto, São Domingos e Igarapé Grande.


Borba

Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000137

Caapiranga
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000138

Canutama

Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000139

Carauari

Página Oficial: http://www.caruari.am.gov.br

Careiro
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000141

Careiro da Várzea
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000142

Coari
Página Oficial: http://www.coari.am.gov.br
A cidade está localizada no Rio Solimões entre o Lago de Mamiá e o Lago de Coari, traz em sua herança e memória a força dos índios Catuxy, Jurimauas, Passés, Irijus, Jumas, Purus, Solimões, Uaiupis, Uamanis e Uaupés. O nome COARI também está ligado às raízes indígenas e há duas versões:Em 1759 a aldeia é elevada a lugar com o nome de Alvelos. Em 2 de dezembro de 1874 foi elevada a vila, em 2 de agosto de 1932 a Vila de COARI é elevada a categoria de cidade.

Codajás
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000144

Eirunepé
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000145

Envira
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000146

Fonte Boa
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000147

Guajará
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000148

Humaitá
Página Oficial: http://www.dmknet.com.br

Ipixuna
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000150

Iranduba
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000151

Itacoatiara
Página Oficial: http://www.itacoatiara.am.gov.br/

Itamarati
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000153

Itapiranga
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000154

Japurá
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000155

Juruá
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000156

Jutaí
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000157

Lábrea
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000158

Manacapuru
Página Oficial: http://www.manacapuru.am.gov.br

Manaquiri
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000160

Manaus - VEJA MATÉRIA COMPLETA CLICANDO AQUI!

Manicoré

Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000162
Manicoré é um município brasileiro do Estado do Amazonas. Sua população estimada em 2004 era de 38.124 habitantes. Localiza-se a 390km da capital do estado à margem direita do rio Madeira, sua população está dividida entre interior e cidade - sendo que a principal fonte renda da população provem em parte da produção agrícola, outra do comércio e dos empregos gerados pela prefeitura e estado. Em 2005, MANICORÉ é o município maior produtor de banana do Amazonas.Agora também é considerado o maior produtor de Melancia do Estado do amazonas

Maraã
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000163

Maués
Página Oficial: http://www.maues.am.gov.br

Nhamundá
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000165

Nova Olinda do Norte
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000166

Novo Airão
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000167

Novo Airipuanã
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000168

Parintins
Página Oficial: http://www.ojornaldailha.com
Parintins é um município brasileiro do estado do Amazonas. Características Todos os anos ocorre o tradicional Festival Folclórico de Parintins. Sua padroeira é Nossa Senhora do Carmo. Está localizada à margem direita do rio Amazonas, na ilha Tupinambarana. A vegetação, típica da região Amazônica é formada por florestas de várzea e terra firme, tendo ao seu redor um relevo composto por lagos, ilhotes e uma pequena serra. Parintins foi fundada no século XVIII, ainda dentro do estado do Grão-Pará (atual estado do Amazonas). Mas seus primeiros habitantes foram os índios Maués, Sapupés, e PARINTINS (daí a origem do nome).  Foi no ano de 1796 que a mando do governo português, José Pedro Cordovil aportou à região, denominando-a Tupinambara. Já em 1803, é criada no local uma missão religiosa, denominada Vila Nova da Rainha. Em 1848 o local foi elevado à condição de Vila (já então integrada ao Estado do Amazonas), chamando-se então Vila nova da Imperatriz. E finalmente, sendo em 1880 elevada ao status de cidade, e rebatizada Parintins, como até hoje é conhecida.

Pauini
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000170
Situada à margem esquerda do rio Purus, com distância de 915 kms em linha reta e 2.115 kms por via fluvial da capital do Estado do Amazonas, Manaus. Sua encomnomia é baseada na agricultura de subsistência, em que grande parte de sua enconomia depende dos repasses dos Governos Federal e Estadual. Tendo figurado como o município com um dos maiores índices de analfabetismo, no censo de 1991, o Município implantou um arrojado programa de erradicação e combate ao analfabetismo, cujos resultados são visíveis, com queda acentuada nesses indicadores. A festa da cidade ocorre no período de 19 a 28 de agosto, em homenagem ao padroeiro Santo Agostinho, onde o Municipío chega a receber cerca de quatro mil visitantes. No dia 19 de março, há a ainda a festa de São José, em homenagem ao aniversário da cidade, com diversos eventos esposrtivos e culturais.


TERRA DAS CACHOEIRAS

Presidente Figueiredo -
Página Oficial: http://www.presidentefigueiredo.am.gov.br
Presidente Figueiredo é um município brasileiro do Estado do Amazonas. Sua população estimada em 2004 era de 22.273 habitantes. A cidade de PRESIDENTE FIGUEIREDO está ligada à capital Manaus por boa rodovia asfaltada, a BR-174, que faz ainda a ligação com Boa Vista , capital do Estado de Roraima e, de lá liga o Brasil à Venezuela através da cidade fronteiriça de Santa Helena (Ven.). PRESIDENTE FIGUEIREDO despontou há pouco tempo para o turismo ecológico em razão de sua fartura de águas, selva, recursos naturais, cavernas e cachoeiras (são mais de cem catalogadas). Nela existe uma razoável infraestrutura turística em expansão.

Embora seja comum a idéia de que o nome do município é uma homenagem ao ex-presidente brasileiro João Baptista de Oliveira Figueiredo, o nome da cidade homenageia João Figueiredo, presidente da província do Amazonas no tempo do império. Inicialmente a idéia era homenagear exatamente o presidente da República, contudo este não aceitou que o município recebece seu nome. Daí lembram-se do ex-presidente do período colonial imperial, e o nome pôde ser oficializado.

As origens do município prendem-se principalmente à Novo Airão e Itapiranga, dos quais foi desmembrada a maior parte do território que hoje constitui Presidente


Figueiredo, bem como a Manaus cuja vizinhança foi fator influente no desenvolvimento da região. Os primeiros assentamentos populacionais nesses pólos datam de 1657, para o local onde hoje é a cidade de Manaus, e 1668, o local hoje é a sede de Novo Airão.Foi a partir desses núcleos que se deu a consolidação e ampliação do povoamento do Baixo Rio Negro. Integrado no município de Manaus, Novo Airão passa a constituir distrito de capital em 1938, então com a denominação simplesmente de Airão. É em 1955 que se dá o desmembramento de Manaus, constituindo-se o município Autônomo de Novo Airão. Paralelamente, em 1952 foi criado o município de Itapiranga, contando em sua área com o atual vila de Balbina. Em 10 de dezembro de 1981, pela Emenda Constitucional nº 12, é criado o município de Presidente Figueiredo, com territórios desmembrados de Novo Airão (sua parte no extremo leste, limítrofe a Manaus) e de Itapiranga (Vila e arredores de Balbina), bem como áreas adjacentes de Silves e Urucará. A instalação do município efetivou-se com as eleições gerais de 1982 e conseqüentemente com a posse do prefeito e vereadores em janeiro de 1983.

Rio Preto da Eva
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000172

Santa Izabel do R. Negro
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000173

Santo Antônio do Içá
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000174

São Gabriel da Cachoeira
Página Oficial: http://www.saogabrieldacachoeira.am.gov.br/
A língua oficial é o português e mais três línguas co-oficiais que foram aprovadas pela lei municipal 145/2002, aprovada no dia 22 de novembro de 2002. Nheengatu, Tukano e Baniwa são as línguas tradicionais faladas pela maioria dos habitantes, dos quais 85% são indígenas. A povoação foi criada em 1668 e em 1833 tornou-se freguesia do município de Barcelos. Em 1891 foi elevado a município. Esteve de novo incorporado em Barcelos entre 1930 e 1935. Foi elevada a cidade em 1938. Designou-se Uaupés entre 1943 e 1952.

São Paulo de Olivença
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000176

São S. do Uatumã
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000177

Silves
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000178

Tabatinga
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000179

Tapauá
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000180

Tefé
Página Oficial: http://www.tefe.am.gov.br/
A região de TEFÉ foi inicialmente colonizada pela Espanha, no fim do século XVII, vindo a ser ocupada por Portugal em 1708. Em 1759 foi criado o concelho, com a denominação de Ega. A vila de Ega passou a denominar-se TEFÉ entre 1833 e 1843 e, definitivamente, em 1855, quando foi elevada a cidade.

Tonantins
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000182

Uarini
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000183
Aspectos Históricos de UARINI - UARINI tem sua história vinculada à de Tefé, que remonta à aldeia fundada no fim do século XVII pelo jesuíta Samuel Fritz. Até fins do século XVII sucederam-se as disputas entre espanhóis e portugueses pelo domínio do território, só se consolidando a ocupação militar lusitana em 1790. Como município, Tefé chegou a possuir área de 500.000 Km². A partir de meados do século XIX, vão-se sucedendo desmembramentos de seu território, para dar origem aos novos Municípios de São Paulo de Olivença, Coari, Fonte Boa, São Felipe (atual Eirunepé), Xibauá (atual Carauari) Japurá e Maraã. Em fins de 1981, Tefé apresentava uma estrutura administrativa em que estavam previstos cinco Subdistritos: Tefé, Caiambé, Alvarães, Jarauá e Uarini. Pelos novos desmembramentos determinados pela Emenda Constitucional nº 12 de 10.12.1981, o subdistrito de UARINI passou a constituir município autônomo. Esta informação esta sendo concluida pela DUDA / Rei.
Distância • Em linha reta entre UARINI e a Capital do Estado, 560 Km. • Por via fluvial entre UARINI e a Capital do Estado, 727 Km.Atividades Econômicas • Setor Primário - Agricultura: as atividades econômicas mais produtivas estão voltadas para a agricultura, com destaque especial para a cultura da mandioca, da qual se fabrica a farinha de Uarini. A castanha-do-pará está em 2º lugar na economia. Possui culturas de arroz, feijão, juta, malva, milho e cana-de-açúcar entre as culturas temporárias e, manga, abacate, banana, laranja e limão entre as culturas permanente. - Pecuária: em termos econômicos a pecuária tem papel insignificante. - Avicultura: praticada em moldes essencialmente domésticos, voltados para a subsistência e consumo local, não gerando renda para as famílias. - Extrativismo Vegetal: alcança sua maior expressão no que se refere a exploração dos seringais nativos, castanha-do-pará e madeira.
Outras Atividades - EDUCAÇÃO - Manaus é o município com a menor taxa de analfabetismo da população de 15 anos ou mais em 2000: apenas 6%. Somente 12 municípios têm taxa melhor que a média do estado (16%). Em 6 municípios, mais de 50% da população é analfabeta, percentual que atinge 60% em Itamarati, o segundo pior resultado entre todos os municípios brasileiros. Manaus é também o município com a maior taxa de freqüência à escola: 85%. Os municípios com piores resultados apresentam taxas abaixo de 50%: Tapauá, 45,7%; Barcelos, 47,6%; Maraã, 48,9%; e Canutama, 49,8%. Todos esses municípios estão entre os dez piores resultados encontrados no Brasil nesse indicador. Em aproximadamente 60% dos municípios os incrementos no indicador de freqüência à escola foram mais significativos que os verificados na taxa de alfabetização. Em geral, para ambos os indicadores, os municípios que se destacam com incrementos muito acima da média apresentavam em 1991 níveis muito baixos. Finalmente,   vale   ressaltar   que,   contrariando   a   tendência   geral   no   País,   no   Amazonas   encontram-se   municípios   que   apresentam   queda   tanto   na   taxa   de   alfabetização   quanto   na   de   freqüência   à   escola   entre   1991   e   2000   (Silves   e   Barcelos   no   primeiro   indicador   e   Urucará,   Uarini,   Nova   Olinda,   Anamã,   São   Paulo   de   Olivença   e   Anori   no   segundo).   OBS - Dos 5 municípios do País que tiveram decrescimento no IDHM entre 1991 e 2000, 3 são do Amazonas: Uarini, cujo IDHM passou de 0,611 para 0,599; Silves, de 0,684 para 0,675; e São Sebastião do Uatumã, de 0,661 para 0,659. Isso ocorreu, única e exclusivamente, por causa dos decréscimos registrados na dimensão renda, que não foram compensados pelos incrementos positivos constatados nas dimensões longevidade e educação`.

Urucará
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000184

Uricurituba
Página Oficial: http://www.cidades.com.br/cgi-bin/cidade.cgi?id=000185
 

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